A Caixa Cultural exibe a exposição "Coração do Brasil", a mostra apresenta 184 fotos, feitas pela fotógrafa britânica Sue Cunningham que entre abril e agosto de 2007 realizou uma expedição pelo rio Xingu, para documentar a vida de 48 aldeias indígenas.
Segunda a própria Sue as fotos retratam a beleza do ser, vivendo num ambiente ainda pouco tocado pelo urbanismo, mas que hoje se encontra muito ameaçado.
A mostra tem curadoria de Patrick Cunningham, realização de Simone Pinho e produção executiva da Vianapole Comunicação.
A Caixa Cultural fica na Praça da Sé, 111, e a fotos ficarão em cartaz até dia 21 de junho, de terça a domingo, das 9h às 21h e a entrada é franca. Para mais informações ligue (11)3321-4400.
Está em cartaz no Museu da Fotografia da Califórnia, ligada à Universiade da Califórnia, a mostra "Sight Unseen" que reúne centenas de fotos tiradas por 12 profissionais de cinco países.
A exposição chama a atenção por um motivo: todos os artistas são portadores de deficiência visual.
Eles usam diferentes técnicas para obter as fotos. Kurt Weston que perdeu a visão para a AIDS, utiliza um scanner para tirar as fotos, já Rosita Mckenzie tem liberdade na hora de fotografar: "Eu posso experimentar, porque não enxergo. No lugar disso, sinto a luz no meu rosto, ouço o barulho do vento nas árvores ou sinto o perfume das flores", afirma Rosita.
"A maioria dos fotógrafos enxergam para fotografar. Estes artistas fotografam para enxergar", disse o curador da mostra, Douglas McCulloh.
A exposição "Sight Unseen" ficaem cartaz até 29 de agosto.
O estúdio de Nova Iorque Russ and Reyn produziu uma série de fotografias muito inusitada investindo no estudo das sombras e numa boa dose de Photoshop para realização de efeitos especiais. Confira outros trabalhos de fotografia do estúdio no
portfólio do site.
Combinando performance corporal com LEDS, lasers, roupas com luzes e fogos de artifício o grupo alemão LAPP - Light Art Performance Photography,idealizado por Jan Wöllert e Jörg Miedza, usa a técnica fotográfica de longa exposição para obter estas fotos sem o uso de nenhum programa de computador.
Um grupo de fotógrafos decidiu se reunir para pensar a foitografia em Belém do Pará no final da década de 1970. Desde então, a cena artística da cidade amazônica ganhou mais força e vitalidade. O acesso a novas mídias e trecnologias permitiu que as experimentações com imagens se adensasse.
Em comemoração ao mês da fotofrafia, o SESc Pompéia e Santana em São Paulo fará uma mostra fotográfica que reúne trabalhos de 43 artistas, além de oficinas, entrevistas e mesas de debate mostrando as diversas vertentes produzidas pelo grupo nessas últimas décadas.Há obras de Miguel Chikaoka, Patrick Pardini, Alberto Bitar, Elza Lima, Guy Veloso, Octavio Cardoso e outros. O evento acontece de 20/05/09, às 20h, a 05/07/09; visitação ter. a sex., 9h/21h; sáb. e dom., 9h/17h.
A fotógrafa estadunidense Katie Sokoler não consegue ficar parada. Ela sempre está criando algo novo que torne sua vida cotidiana mais divertida e lúdica. Sua última invenção é um trabalho que une artes plásticas e fotografia.
Para imitar sombras, Katie recortou imagens de pessoas em papel preto e colou nas paredes de sua vizinhança no Brooklin. A fotógrafa observou os passantes e clicou o momento exato do encontro deles com as “sombras”.
Dessa série, resultaram imagens muito interessantes que criam um conflito entre o real e o projetado. Mais imagens e informações sobre os projetos, no blog
Color me Katie.
A francesa Valérie Morignat é uma “fotógrafa debaixo d'água”, além de também ser diretora de cinema, artista e professora.
Ao invés de fotografar a vida dos oceanos, como geralmente acontece por quem opta por trabalhar com fotografia debaixo d'água, a artista utiliza modelos submersos para abordar temas como o amor, a nudez, o desespero, a felicidade, a guerra, entre outros.
São imagens de uma força estética impressionante. Mergulhe de cabeça nesse trabalho, acessando o
site de Morignat.
Clubbers sobem as escadas do Kirklands Wine Bar
Se você for passar por Liverpool entre este mês e o mês de agosto, não se esqueça de passar no Centro de Conservação Nacional (National Conservation Centre) para conferir a exposição Música e Moda fotografados por Francesco Mellina, Liverpool, 1978-82.
Fãs de Rockabilly na Shakin' Pyramids
Como o nome sugere, as fotos são fruto do trabalho de Francesco Mellina, entre o final da década de 70 e o início da década de 80, período em que ele foi o fotógrafo do rock. Quando sua carreira acabou, Mellina arquivou suas fotos, que ficaram bem guardadas... Até agora.
Os novos românticos dançando no Cagney's club em 1981
As imagens revelam os artistas (conhecidos ou não) de movimentos icônicos naquele período como o punk, New Wave, New Romantic e Rockabilly que tocavam nas casas de show de Liverpool e os espectadores jovens, com seus looks inovadores e chocantes. A exposição vai até o dia 31 de agosto e a entrada é gratuita.
Mais imagens e informações nesse
site.
O fotógrafo alemão
Stephan Zirwes clica lindas fotos aéreas. Ele tem séries de imagens deslumbrantes de campos de futebol, de aviões e da neve.
Zonas industriais, de lazer, de construção e de competição, são alguns dos outros temas das composições de Zirwes. O mais interessante em seu trabalho é que, de cima, o que comumente vemos da mesma altura, ganha novas formas, cores e significados.
Clique no link abaixo para ver mais imagens. Para conferir mais do trabalho deste artista, visite
sua página na Internet.
Continue lendo Fotos aéreas clicadas pelo alemão Zirwes dão novas formas e cores para o que é aparentemente comum
O fotógrafo Ari Versluis de Roterdã, cidade dos países Baixos, e Ellie Uyttenbroek fazem um trabalho incrível desde 1994. Inspirados no interesse comum pelos códigos revelados em roupas de vários grupos sociais, eles passaram a documentar sistematicamente diversas identidades durante os últimos 14 anos. A cena urbana multicultural e heterogênea de Roterdã foi o estudo inicial, mas, a partir de 1998, eles passaram a fotografara outras cidades mundo à fora.
A série de fotografias se chama
Exactitudes: algo como atitudes exatas, indênticas, em inglês. Ao registrarem sua temática em estruturas idênticas, com poses similares e roupas muito parecidas, Versluis e Uyttenbroek produziram um registro quase científico, no sentido antropológico, de pessoas que tentam se distinguir das outras assumindo uma identidade de grupo.
A aparente contradição entre individualidade e uniformidade é levada a tal extremo que revela semelhanças entre essas duas esferas. Nas cidades, há vários que querem ser diferentes através das roupas, o que acaba por torná-los iguais sem que percebam. Essa percepção aguda e original construída através de pontos-de-vistas semelhantes nas montagens de fotografia torna esse trabalho muito mais artístico que documental.
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