O filme, de Fabian Bielinsky, foi um grande sucesso no início da década e contava a história de dois malandros portenhos que tentavam fazer um golpe de mestre.
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A vencedora do
Oscar Jennifer Hudson acaba de ganhar um papel que tem tudo para dar uma nova indicação à atriz. Ela foi escalada para viver Winnie Mandela, a ex-esposa de Nelson Mandela.
Winnie ficou casada com Mandela durante 38 anos e foi uma pessoa poderosa e influente na história do ativista político e ex-presidente da África do Sul. O filme é contado pelo seu lado, e não pelo lado dele.
“Eu fiquei compelida e comovida quando li o script”, disse a atriz. “Winnie Mandela é uma mulher complexa e extraordinária e eu estou honrada por ter sido a atriz convidada para representá-la. Esta é uma parte poderosa da história que deve ser contada”.
A produção do filme
Winnie deve começar em maio do ano que vem na África do Sul e a direção está nas mãos de Darrell J. Roodt.
Esqueça todas as suas noções científicas e todos os seus sensos de realidade. Afinal, cinema não tem compromisso com a realidade, cinema é fantasia! E ainda bem que é assim...
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Zooey Deschanel: quem não se apaixonaria?
Marc Webb é um reconhecido diretor de vídeos clip. Já trabalhou com os mais renomados artistas da atualidade, de Carlos Santana a Backstreet Boys. Seu talento para o cinema, no entanto, não era até então conhecido. Mas isso mudou.
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Você provavelmente nunca ouviu falar dele, mas Roger Corman é considerado um mestre dos filmes B de Hollywood, com baixíssimos orçamentos.
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Nessa semana, foram anunciados os apresentadores da entrega do Oscar do ano que vem. Os escolhidos são o comediante Steve Martin (A Pantera Cor-de-rosa) e o ator Alec Baldwin (do seriado 30 Rock).
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Axl é um jovem espanhol que vive em Londres, no mesmo local que Vera. O encontro dos dois, no entanto, só acontecerá em um diálogo no final do filme. E ambos têm algo em comum: um passado que os atormenta.
No caso do garoto, o drama é o abandono do pai, que ele mal lembra, mas que fará com que ele inicie uma busca pelo seu paradeiro. Já a garota quer esquecer um relacionamento recém terminado. Apesar das estratégias distintas – lembrar e esquecer – os dois não conseguem lidar bem com seus objetivos. Ao encontrar o pai, Axl não revela sua identidade. Já Vera tenta fazer um relacionamento sem nenhuma intimidade, mas fracassa ao apaixonar-se.
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É um filme do Tarantino com todas as suas marcas, mas com uma maturidade notável, em que a fantasia e a realidade se entrelaçam e dão uma veracidade assustadora ao imaginário.
Na França ocupada por alemães, um grupo de soldados judeus se une para matar nazistas de forma cruel e espalhar o medo entre os soldados do terceiro Reich. Com um elenco inspirado, o diretor reescreve a História e deixa o seu roteiro redondo, com tramas que se encontram, num estilo que lembra “Pulp Fiction”, sua obra mais bem sucedida.
Brad Pitt faz o líder dos bastardos, um soldado do Tennessee com forte sotaque caipira. Mas quem espalha o terror é o ator austríaco, Christoph Waltz, que faz o “Caçador de Judeu”. O ator faz com maestria um nazista frio e implacável nas suas perseguições. Outras participações também marcam o filme, como a do protagonista de “Adeus, Lênin”, Daniel Brürl, e até Mike Mayers, o eterno Austin Powers, numa aparição bem mais séria que o normal.
Tarantino acertou a mão em “Bastardos Inglórios” como poucas vezes o fez. O filme é tenso e bem tramado, sem abrir mão da chuva de sangue que sempre o persegue, além do humor, às vezes quase infame.
Estreou nesse fim de semana em circuito nacional o filme “O Desinformante”, sobre um jovem e bem sucedido empresário que entra em choque contra a grande corporação em que trabalha. A princípio, o executivo parece querer denunciar um esquema perverso. No entanto, ao desenrolar da história, descobre-se que ele é, na verdade, um mentiroso compulsivo. A empresa, por outro lado, também tem seus problemas legais, e o drama passa a seu o embate entre dois criminosos.
O grande mérito do filme é fazer desse tema tão pesado, baseado em fatos reais, algo tão leve. Nessa comédia de erros, acabamos no lado do mentiroso menor, o empregado que na verdade quer dar um golpe na sua própria empresa, assumindo-a. Outro ponto positivo é atuação do protagonista, Matt Damon. Damon não precisa mais provar talento, é sensível em Ripley, duro em Bourne. O ator está novamente muito bem em um papel e enriquece a trama; é difícil não simpatizar à sua causa.
O Desinformante não é perfeito, longe disso. A trama chega até a ficar confusa em alguns momentos. Ainda assim, vale a pena dar uma conferida.
O publicitário Cláudio Loureiro é o grande responsável pela possível vinda do diretor americano para o Brasil. Sócio da Conspirações Filmes, ele passou os últimos dias com Allen e com a irmã e produtora dele, Letty Aronson, e fez uma proposta de 15 milhões de dólares. Os investidores se tornariam, então, parceiros na venda e distribuição do filme.
O valor oferecido, somado aos quase 2 milhões de dólares disponibilizados pela prefeitura do Rio, chegaria à totalidade do orçamento. Segundo Aronson, o filme não ultrapassaria os 20 milhões de dólares, valor superior ao investidos em sucessos recentes como Match Point e Vicky, Cristina e Barcelona, filmados em Londres e Barcelona respectivamente.
Resta esperar que o filme no Brasil seja tão inspirado como os dois citados. Em Vicky, Cristina e Barcelona, por exemplo, Allen conseguiu fazer um filme inteligente e bem humorado, e exibiu com a maestria de sempre uma Barcelona perfeita, que qualquer turista gostaria de conhecer.
O filme no Brasil, no entanto, não será filmado antes de 2012. O diretor americano já tem compromisso firmado para até 2011.